É ruim, mas eu gosto – Take That, “Back for Good” (1995)

Take That: no fim das contas, o grupo foi uma das boy bands mais consistentes de sua época

Take That: no fim das contas, o grupo foi uma das boy bands mais consistentes de sua época

Não precisa falar nada, né? É ruim. Por isso o nome da seção. Mas… Eu gosto! “Whatever I said, whatever I did, I didn’t mean it. I just want you back for good.” Can it get any better than this? No fim das contas, o Take That foi uma das boy bands mais consistentes de sua época (dali surgiu o Robbie Williams, lembra?). E “Back for Good” (1995) é uma das melhores canções a emergir dessa cena.

Agora, por favor, acompanhe comigo a traquinagem que o Mike Patton fez com essa música em pleno Monsters of Rock no Chile, no mesmo ano de 1995, tocando com o Faith No More.

Arqueologia sonora – Fantômas

Fantômas: supergrupo experimental

Fantômas: supergrupo experimental

Cartaz de filme inspirado em um dos livros com o personagem Fantômas

Batizado em homenagem a um personagem da literatura policial francesa do início do século XX, o Fantômas é uma superbanda de rock/metal experimental capitaneada por Mike Patton (Faith No More; vocais e efeitos) e que inclui Buzz Osborne (Melvins; guitarra), Trevor Dunn (Mr. Bungle; baixo) e Dave Lombardo (Slayer; bateria) na formação. O grupo passou pelo Brasil em 2005, no festival Claro Q É Rock, substituindo de última hora o Suicidal Tendencies, que precisou desmarcar a apresentação por problemas de saúde do vocalista. As músicas do Fantômas são grandes viagens experimentais – muito pesadas, na maioria das vezes – com Mike Patton servindo como uma espécie de maestro, que utiliza sua voz (de notável alcance, como já é de conhecimento de todo mundo) muitas vezes mais como um instrumento como qualquer outro do que efetivamente “cantando” com uma letra definida. Destaque para o disco The Director’s Cut (2001) em que eles recriam a trilha sonora de vários filmes, como Twin Peaks e Cape Fear (Cabo do Medo, veja vídeo abaixo).